
Fidel levou até onde pode, ditador destes deveriam existir aos montes pelo mundo, a ditadura de Castro é uma prova que se a voz do povo é a voz de Deus estamos todos fodidos.
Sobe Raúl, o último guerreiro da Revolução que expulsou da ilha mais famosa do mundo um bando de norte-americanos exploradores dos campos de tabaco, escravagistas e conspiradores. Cuba representa muito mais que uma nação comunista falida e decadente, representa o ideal de um mundo de economia planificada, de ideais de igualdades, uma alternativa de vida humilde e singela num paraíso do Caribe.
Quanto ao tempo, maldito tempo, está prestes a enterrar um grande herói para uma horda gigantesca de admiradores jovens, velho, incompreendido, de olhar perdido e fala que se perde aos ventos de paredes de chumbo. O que fizeram a ti Fidel, não esqueceremos, quando deram as costas ao seu povo, seguraste a bandeira do país com firmeza, e sozinho, carregou toda uma nação nas costas, não foi o tempo todo correto, mas agiu como se fosse e convenceu em muitas ocasiões, o último líder do século XX.
Mal sabe seu povo, que hoje foge de sua rédea incompreendidos ingratos, que se hoje todos lêem e muitos se formam campeões no Olimpio do esporte e da vida, devem ao preparo que seu líder deu a sua nação, não repare o desgaste de um homem fragilizado, mas do amor de um ser à sua luta, seu apego. Mudar o mundo é impossível, ou pelo menos era. Mais impossível era mudar o mundo até onde sua vista alcança, e isso Fidel provou eficácia.
Aos que fugiram pois se achavam pobres e menores, aos que colocavam as mazelas da ditadura nas prostitutas de Havana, menores de idade mendigando dólares, não mostram a verdade da organização mundial que não quis aceitar um estado comunista e reconhecido pelo seu povo. Derrota da democracia que não cansa de apanhar.
Que Raúl leve até o fim a Revolução de seu povo, até quando não der mais e ser escorraçado pela nova geração cubana hi-tech, apredejarão seu herói com ipods, gritando liberdade porque agora se masturbam com Playboy e podem, finalmente dirigir um Chrysler. Isso é liberdade.
Sobe Raúl, o último guerreiro da Revolução que expulsou da ilha mais famosa do mundo um bando de norte-americanos exploradores dos campos de tabaco, escravagistas e conspiradores. Cuba representa muito mais que uma nação comunista falida e decadente, representa o ideal de um mundo de economia planificada, de ideais de igualdades, uma alternativa de vida humilde e singela num paraíso do Caribe.
Quanto ao tempo, maldito tempo, está prestes a enterrar um grande herói para uma horda gigantesca de admiradores jovens, velho, incompreendido, de olhar perdido e fala que se perde aos ventos de paredes de chumbo. O que fizeram a ti Fidel, não esqueceremos, quando deram as costas ao seu povo, seguraste a bandeira do país com firmeza, e sozinho, carregou toda uma nação nas costas, não foi o tempo todo correto, mas agiu como se fosse e convenceu em muitas ocasiões, o último líder do século XX.Mal sabe seu povo, que hoje foge de sua rédea incompreendidos ingratos, que se hoje todos lêem e muitos se formam campeões no Olimpio do esporte e da vida, devem ao preparo que seu líder deu a sua nação, não repare o desgaste de um homem fragilizado, mas do amor de um ser à sua luta, seu apego. Mudar o mundo é impossível, ou pelo menos era. Mais impossível era mudar o mundo até onde sua vista alcança, e isso Fidel provou eficácia.
Aos que fugiram pois se achavam pobres e menores, aos que colocavam as mazelas da ditadura nas prostitutas de Havana, menores de idade mendigando dólares, não mostram a verdade da organização mundial que não quis aceitar um estado comunista e reconhecido pelo seu povo. Derrota da democracia que não cansa de apanhar.
Que Raúl leve até o fim a Revolução de seu povo, até quando não der mais e ser escorraçado pela nova geração cubana hi-tech, apredejarão seu herói com ipods, gritando liberdade porque agora se masturbam com Playboy e podem, finalmente dirigir um Chrysler. Isso é liberdade.

Um sonho bom nunca se esquece, a derrota de Cuba é o explendor da águia, que sobrevoa livre pelas Américas.



